patrocinado por
Temporariamente Suspenso

Desvende o Deserto do Atacama

Gêiseres Del Tatio, Laguna Cejar, Valle de la Luna, Tour Astronômico, Mão do Deserto, La Portada, Salinas Grandes, Paso Jama, Oceâno Pacífico, Salta, Foz do Iguaçu e muito mais...

saiba mais
03 MARÇO 2017

Descubra Machu picchu

Sítios Arquiológicos, Centro Histórico de Cuzco, Machupicchu, Ilhas Flutuantes dos Uros, Tiwanaku, Lago Titicaca, La Paz, Mercado de Las Brujas e muito mais...

1 VAGA Restante
30 JUNHO 2017

ROTA DAS CERVEJAS SP

Vamos saborear e conhecer de perto os processos de fabricação de cervejas artesanais no interior de São Paulo, um dos tour com recorde de gargalhadas e bons momentos entre amigos...

saiba mais
AGORA!

Seus KM valem descontos

Fazendo parte do Clube do Motociclista, seus KM valem descontos nos tours e produtos do Diário de Motocicleta. Responda ao formulário e ganhe 3% de desconto automaticamente, sem sorteio!

saiba mais

Alguns destaques

APART HOTEL VIOLETTAS

12/11/2015 Onde Dormir 6° Dia de Viagem

Quando abrimos a porta do nosso quarto no Apart Hotel Violettas, quase caímos para trás.

Não se trata apenas de um Apart Hotel, é um verdadeiro apartament...

COMO CHEGAR NO PARQUE SAJAMA

14/12/2015 Como Chegar 8° Dia de Viagem

Partindo de Cochabamba no sentido de La Paz, a Ruta 4, já no Altiplano Boliviano segue serpenteando a Cordilheira dos Andes na rocha, atingindo seu ponto máximo em La Cumbre, aos 4.49...

PALACIO ARZOBISPAL

07/08/2016 Passeios 37° Dia de Viagem

Localizado junto à Catedral de Lima Palacio Arzobispal faz parte do patrimônio religioso da cultura peruana, declaro pela UNESCO como Patrimônio Mundial.

Antes de ...

SUBINDO A CORDILHEIRA ATÉ 4.496M

9/8/2015 Diário do Piloto 7° Dia de Viagem

Conseguimos sair cedo de Cochabamba, graças a companhia do nosso amigo Luis Fernando, que tinha compromisso em La Paz e nos acompanharia por mais um trecho de estrada.

Sa&iacu...

DEITANDO NA PANAMERICANA SUR

15/8/2015 Diário do Piloto 15° Dia de Viagem

Depois de ficar um dia trabalhando em artigos e edições de novos vídeos, hoje acordei ansioso, e por mais que o processo de arrumar a bagagem consuma tempo, não via a h...

AOS PÉS DO VULCÃO DEL RUIZ

28/8/2015 Passeios 28° Dia de Viagem

Eram 5h30 da manhã quando o despertador tocou... fato raríssimo nas nossas viagens, sempre acordamos por volta das 7h – 8h, mas hoje tínhamos um passeio que começa...

sobre

quem somos


Aos Oito Anos de existência (desde NOV/2007 no ar), o DIÁRIO DE MOTOCICLETA ganha destaque no cenário de Moto Turismo, seja marcando o calendário com uma Viagem de Longa Distância por ano, guiando grupos de motociclistas em seus projetos de Moto Turismo Guiado, apresentando Palestras pelo Brasil, ou na organização e realização de Moto Passeios para empresas como Givi do Brasil, Grupo Nacar entre outras.

Viajando atualmente com uma DUCATI MULTISTRADA 1200 S TOURING, hoje somam-se mais de 140 cidades visitadas através de 23 estados brasileiros, 8 países da América Latina (Paraguai, Bolívia, Peru, Chile, Argentina, Uruguai, Equador e Colômbia) e 4 países na Europa (Portugal, Espanha, França e Itália).

Destinos como Machupicchu, Deserto do Atacama, Lago Titicaca, Linhas de Nasca, Cordilheira dos Andes, Patagônia, Ushuaia, Nordeste Brasileiro, Floresta Amazônica entre outros, são para muitos motociclistas um sonho a se realizar, e por isso oferecemos como fonte de pesquisa, as dicas destes caminhos, mapas, hotéis, restaurantes e pontos turísticos, tornando o DIÁRIO DE MOTOCICLETA um guia de viagens para aproximadamente 50 mil motociclistas/visitantes por mês.

O DIÁRIO DE MOTOCICLETA firma-se como referência em Moto Turismo por compartilhar experiências durante as viagens (em tempo real), e posteriormente publicando dicas mais detalhadas de cada destino desbravado.

Uma prova de reconhecimento deste trabalho, são as parcerias com o Salão Duas Rodas (3 edições consecutiva “2011 / 2013 / 2015”), que trabalha o conteúdo destas viagens, em prol da divulgação do evento no Anhembi, em São Paulo.

Nossa Missão é:

Instruir, Divulgar e Incentivar a prática do Moto Turismo.



Suba na nossa garupa virtual e testemunhe com a gente as maravilhas que o mundo duas rodas pode lhe oferece.

Cadastre-se e mantenha-se informado(a).

o piloto


Guga Dias - O seu Guia (43, natural de São Paulo/Capital)
Minha primeira moto só consegui comprar aos 34 anos (AGO/2006) no momento em que me divorciei do meu primeiro casamento. Antes disso, as prioridades eram tantas, que cheguei a ficar mais de 12 anos sem subir em uma moto.

Deste momento em diante, resolvi que o sonho de viajar de moto e conhecer o mundo não seria mais postergado, e como sou um homem de palavra, fui para estrada e no caminho encontrei a Elda que se tornou minha parceira.

Um ano depois (NOV/2007), de tanto os amigos constatarem minhas viagens e me cobriam com pedidos de dicas de passeios, cidades, hotéis e mapas, resolvi cirar o site Diário de Motocicelta, com o objetivo de fornecer todas as informações a respeito dos nossos roteiros.

O site seguiu como um hobbie por cerca de 4 anos - confesso que mais de 30 cidades deixaram de ser catalogadas devido a perda de material e de anotações - até que depois de muitos trechos rodados (de 500 a 1.500 km ida e volta), decidimos que era hora de empreender uma viagem de longa distância, e assim partimos, eu e a Elda, minha amada garupa, rumo à Salvador/BA, em um projeto de 24 dias, subindo pelo interior de Minas e voltando pelo litoral, totalizando 5.600 km através de 5 Estados brasileiros.

Essa viagem chamou a atenção do Salão Duas Rodas que nos contratou para divulgar o Salão de 2011, quando realizamos o Projeto Caminho do Peabiru, nos fazendo rodar o Paraguai, Bolívia, Peru, Chile e Argentina, no total de 13.200 km ao longo de 56 dias.

Após essa aventura, comecei a apresentar palestras sobre minhas viagens, sempre com o intuito de fornecer informações e dicas, e daí, surgiram os primeiros Moto Passeios organizados para empresas relacionadas ao setor duas rodas.

O menor grupo teve cinco motos, o maior deles, 150 motos e seis batedores da ROCAM me auxiliando - foi na ocasião da comemoração do Dia do Motociclista (2013) oferecido pelo Grupo NACAR em São Paulo/SP.

Antes de criar o GIVI Tour - Moto Passeios oferecidos pela GIVI do Brasil (nosso patrocinador oficial), viajei solo para o Ushuaia e na volta iniciei os Tours do Diário de Motocicleta, batizado de Moto Turismo Guiado - termo amplamente usado nos dias de hoje por outras empresas de viagens de moto.

Penso que para ser guia de um grupo, o conhecimento do caminho, a familiaridade dos destinos devem ser adquiridos com a prática e não através de pesquisas no Google.
Antes de guiar um grupo para um roteiro X, eu mapeio todos os detalhes, viajando antes ao destino escolhido, recolhendo informações, conferindo ao vivo os pontos turísticos, levantando a história do lugar e preparando o terreno para trazer meus amigos, que neste caso, são tratados com a prerrogativa de clientes, onde nada pode lhes faltar
.

Cuido para que as estadias ofereçam total conforto para o merecido descanço depois de horas de pilotagem. Organizo o roteiro de forma que não se exija vários dias de estrada sem intervalos - quem não tem o hábito de viajar sente mais as distâncias - e eu penos nisso, bem como as paradas durante os trajetos para hidratação, refeições leves e esticada de pernas.
Os Caminhos do Diário de Motocicleta
Nestes meus 10 anos de motociclismo, posso comemorar alguns números, tais como:

-- Viagens de Longa Distância:
-- 2010 - Proj. Êxodo de Moto - 24 dias/5.600km;
-- 2011 - Proj. Caminho do Peabiru - 52 dias/13.200km;
-- 2012 - Proj. Antes do Fim do Mundo - Ushuaia - 38 dias/15.980km;
-- 2013 - Proj. Rodando as Cidades da Copa - 56 dias/16.500km;
-- 2014 - Proj. World DUCATI Week - Itália - 45 dias/14.500km;
-- 2015 - Proj. Vulcões Andinos - 55 dias/17.890km;

-- Mais de 140 cidades mapeadas e publicadas no Diário de Motocicleta;
-- 23 Estados, 8 países na América do Sul e 4 países na Europa;
-- 41 palestras ao redor do Brasil;
-- 03 parcerias consecutivas com o Salão Duas Rodas - 2011/2013/2015;

-- 16 Turmas de Moto Passeios (bate e volta);
-- Tour São João Del Rei/Tiradentes - 5 dias;
-- Tour Descubra Machupicchu - 20 dias;
-- 02 Turmas para o Tour Rastro da Serpente - 3 dias;
-- 02 Turmas para o Tour Deserto do Atacama - 19 dias
-- 02 Turmas para o Tour Cavernas de Iporanga - 3 dias;
-- 02 Turmas para o Tour Rota das Cervejas/SP - 3 dias;
-- Tour Rota das Cervejas/RJ - 4 dias;
-- 04 Turmas para o Tour Serras & Rastros - 5 Serras em 6 dias;

-- No total, mais de 1.100 motociclistas guiados;
-- Mais de 200 filmes produzidos e publicados no Youtube;
-- Vários artigos publicados em Jornais e Revistas como MotoAdventure e Duas Rodas.

Com esse currículo, posso guia-lo sem o uso de GPS, por que eu conheço o caminho e posso lhe garantir segurança, comodidade, diversão, cultura e conhecimento, além de muuuuitas histórias vividas nas estrdas que com certeza lhe arrancarão muitas risadas.

Quem viaja comigo na verdade aprende a se programar e adquire confiança para realizar viagens solo, embora isso não impeça que vários amigos retornem para as estradas comigo.

Guga Dias
Quem planta curvas e retas colhe apenas bons ventos!

Confira este vídeo

a garupa


Elda (natural de Piracicaba/SP)
Quando eu era pequena, minhas bonecas não se casavam - arrumavam as malas pra viajar o mundo. Dito isso, minha vida fica muito mais fácil de ser compreendida; ela se divide em duas partes: antes e depois da moto.

Sou de Piracicaba e até os meus 29 anos posso dizer que era uma menina comum do interior de São Paulo. Hiper mega vaidosa, vivia cercada de maquiagens, cremes, perfumes, roupas, bolsas e sapatos da moda. Ou seja, patricete total (aliás, esta ainda é minha essência).
Também terminava um relacionamento muito chaaaaato e sem futuro. Estava pra baixo emocionalmente e não fazia ideia que minha vida morna iria ferver.

Devo dizer que nunca fui ligada em motos, mas como não me apaixonar se foi uma destas maravilhas que serviu de cupido e me trouxe o único amor que já tive na vida?

Como toda pessoa moderna (e desesperada) eu e o Guga nos conhecemos pela internet em outubro de 2006. Depois de um mês de papo furado meloso e apaixonado, resolvemos nos encontrar em Louveira, cidadezinha ao lado de Campinas, SP.

Fui de ônibus. Ele de moto: uma virago 250 cc preta, toda customizada com pintura fosca. Linda, linda, linda.
O piloto também não era de se jogar fora: alto, forte, olhos verdes com um look despojado (que toda mulher ama), jeans, camiseta, jaqueta de couro e coturno. Mais gato impossível. O mais legal é que ele realmente era o cara das fotos.

Gente, eu não tinha nenhuma intimidade com motos, (aliás, só tinha andado algumas vezes de garele com a minha prima), mas sentei na garupa da Viraguinho e fui toda feliz pra Louveira, me achando a "descolada".

Pra mim esta experiência foi uma delícia, mas uma tortura para o meu marido. Eu não tinha ideia de como me posicionar e me mexia o tempo todo, tentando me ajeitar no banco traseiro magriiiinho da Virago. Ele gentil, chamou minha atenção para o perigo de cairmos, e a partir dali, não me mexi mais.

Depois de um ano namorando a distância nos casamos e me mudei pra SP, e com o tempo fui melhorando minha postura e com as corridas constantes de deslocamento na cidade, viagens e passeios de bate volta fui adquirindo confiança e experiência.

Em 2010 fizemos nossa primeira viagem de longa distância, de São Vicente, litoral de SP até Salvador, BA - Projeto Êxodo de Moto. Jovens, ousados e inexperientes, fomos sem medo e com poucas informações do que encontraríamos pelo caminho.

Na época tínhamos uma Shadow 600 cc, apelidada carinhosamente de Shelda (uma singela homenagem a esta que vos escreve). Foram 24 dias felizes de perrengues leves a moderados (sou muito fofa) que deu inicio a minha nobre função atual no Diário de Motocicleta: ser pesquisadora de conteúdo WEB.

A partir desta experiência comecei a aprofundar minhas pesquisas antes de qualquer viagem.
Hoje, mais cuidadosa, sou expert em fuçar e pesquiso a fundo a cidade e/ou país que visitamos, e não apenas os pontos turísticos; isto inclui história, arquitetura, economia, agricultura, geografia, clima, gastronomia, deslocamento urbano, sistema de saúde, agências de turismo, correios, embaixada, curiosidades e expressões de linguagem (gírias em geral), um pouco do idioma, lojas de serviços pra moto, etc.

Realizar um bom planejamento, pra mim, é indispensável porque quando queremos fazer alguma alteração, temos muito mais confiança em fazê-lo, e nos sentimos seguros em sair da rota traçada para explorar novos caminhos com muito mais liberdade.

Em 2011, realizamos nossa primeira grande aventura em terras estrangeiras: Bolívia, Paraguai, Peru, Argentina e Chile. Fomos descobrir o Peabiru, o antigo Caminho dos Incas.
Munida de caderninhos e anotações partimos para desvendar o fascinante e histórico caminho. Percebi que além das anotações previamente transcritas eu detinha o poder de colher informações mais detalhadas, e algumas inéditas, que nem sempre encontramos na Internet e fomentar o Diário de Motocicleta.

Eu não fazia ideia da beleza do mundo. Foi ali que me apaixonei de vez pelas viagens de moto e pelos lugares incríveis que ela podia nos levar e pensei comigo: Por que um hobby não pode virar uma profissão?

O Guga sempre me dizia que isso era possível, mas eu como uma boa capricorniana prática e racional, não enxergava esse potencial.
Pobre de mim, nessa época eu era tonta, insegura, não acreditava que seria capaz de fazer tudo o que fiz até hoje.

Em 2012 quando planejamos ir juntos ao Ushuaia, eu estava muito empolgada, mas adoeci no inicio da viagem e aprendi que por mais que eu queira uma coisa, se eu não estiver pronta, simplesmente não poderei realizar.

Amadureci neste momento e passei a respeitar mais os meus limites.

Em 2013, fomos conhecer os estádios que sediariam os jogos da Copa de 2014.
Viajar este Brasilzão que eu amo é sempre emocionante. Nesta viagem tínhamos um objetivo mais jornalístico, mostrar o andamento das obras dos estádios, e mais uma vez, as pesquisas colhidas ao longo de seis meses de trabalho fizeram toda a diferença.

Encontramos amigos queridos ao longo do caminho, conhecemos vários outros. Éramos recebidos com carinho até por desconhecidos que viam a nossa moto adesivada e tiravam fotos, faziam perguntas e desejavam boa sorte.

Até este momento a viagem estava fácil, tranquila, quase tudo dentro do planejado. Mas, eis que surge uma pedra no caminho. Ou melhor, uma imponente Floresta Amazônica. O Guga, claro, me avisou que atravessaríamos a selva, quais seriam os desafios: dormir em uma barraca durante dois dias, tomar banho de rio, dieta a base de biscoitos, Cup Noodles, sanduiches de pão com atum, bolo de laranja Pulmann e água.

Neste projeto "Rodando as Cidades da Copa", eu não fazia ideia de que no nosso país, eu faria a coisa mais difícil da minha vida: dormir não os dois dias planejados no início do projeto, mas 4 noites no meio de uma das florestas mais gigantescas da Terra - e detalhe, sem ter recebido nenhum tipo de treinamento pra isso, apenas a confiança no nosso planejamento.

É claro que houve discussões, não somos o Casal Maravilha, mas são nestes momentos extremos que resolvemos qualquer crise existencial e nossos valores e motivações se tornam muito claros. As adversidades nos mantém alertas e exigem urgência na tomada de decisões.

Depois do batismo florestal superamos todos os problemas com muito mais energia, ficamos mais amigos, mais responsáveis um com o outro.

Em 2014, o Guga partiu para um projeto maravilhoso, uma parceria da Ducati do Brasil e a Ducati Itália para conhecer o maior encontro da marca no planeta, o World DUCATI Week em Misano/Itália.
Fiquei de fora, mas estava com ele. Estamos sempre juntos, mesmo quando ele viaja sozinho, isso por que temos uma cumplicidade de brothers.

Em 2015 veio nosso projeto mais ambicioso, Vulcões Andinos, onde rodamos até Manizales na Colômbia, contabilizando quase 18.000 km.
Neste projeto a aventura era palpável, o Guga, fisicamente superior a mim escalou três vulcões, dois chilenos e um colombiano - eu só escalei um, ou melhor desci a pé até a cratera e depois subi de mula o Vulcão Quilotoa.
Fiquei muito orgulhosa do meu marido e jamais imaginei que um dia faríamos algo tão fantástico.

Escrevendo aqui pra vocês parece ser tudo muito simples. Mas não é.
Pra viajar de moto você precisa ir preparada para os sobressaltos, manter a mente aberta e o molejo na cintura. Engraçado, mas muita gente acha que eu sofro, que é uma vida muito dura viajar sobre duas rodas.

As pessoas sempre me perguntam: mas como você consegue viajar tantas horas de moto?

Calma gente, eu explico.
Primeiro você tem que amar. Gostar só não basta. Tem que ser apaixonada. No inicio a moto era apenas um meio de transporte. Hoje é minha melhor amiga. Segundo, sou apaixonada pelo meu marido. Terceiro, sou aventureira. Quarto, amo viajar. Quinto sou corajosa, ou louca mesmo, você decide.

Enquanto isso, peço licença e vou terminando por aqui, por que tenho pesquisas por terminar, por que pra gente, a estrada não acaba nunca!


Elda
Nos vemos na estrada!

as motocas


DUCATI Multistrada 1.200 S Touring - Por um mundo menor

DUCATI Multistrada 1.200 S Touring - Sem Nome (2013, natural de Manaus/AM)

Confesso que quando pensava em Motos DUCATI, achava que apenas as esportivas predominavam na sua linha, e por falta de representção no Brasil, não sonhava em possuir uma máquina dessas, mesmo depois de ter conhecido uma Multistrada de perto na Casa do Cônsul da Suíça em São Paulo, quando participei de uma palestra onde o próprio Cônsul relatou suas viagens pela Suiça de DUCATI.

A máquina era fantástica, mas um sonho muito distante.

Mas o mundo girou, os tempos passaram e a DUCATI desembarcou no Brasil com fome de mercado, trazendo suas motos para serem montadas em território nacional, treinando pessoal e abrindo concessioárias... e de repente começou a ser possível sonhar com uma máquina italiana.
Finalmente fui fisgado quando tive a oportunidade de realizar um TEST RIDER na Multistrada 1200 S Touring, percorrendo aproximadamente 2.400 km pelas mais incríveis Serras do Sul do Brasil.

A partir dai começou um namoro entre o DIÁRIO DE MOTOCICLETA e a DUCATI, que culminou em uma importante parceria em 2014, onde em posse de uma Multistrada 1200 ST, percorreríamos a costa brasileira apresentando a palestra "Elaborando Viagens de Longa Distancia" antes de embarcar para Europa a tempo de participar do World DUCATI Week daquele ano.

Desta forma, aposentamos a boa e velha V-Strom DL 650 com meros 105 mil km, com um olhar no futuro magnífico que esta máquina italiana nos oferecerá em se tratando de novos horizontes.

#BoraMotocar.



Suzuki V-Strom 650cc - Novas fronteiras

Suzuki V-Strom 650 cc - A Motoca (2011, natural de Manaus/AM)

Por mais que façamos planos, a vida nos apresenta caminhos dos quais nos cabe apenas estar preprados para seguir, já que não nos é dada a alternativa de desistir.

Dentre vários planos, um que sempre povoou a minha cabeça era transformar a Shelda (Shadow 600 cc) em uma linda chopper, como fiz com a Véia (Virago 250 cc) pouco antes de ter que vendê-la.
Acontece que não deu tempo, pois a vida me colocou na rota do Caminho do Peabiru e a possibilidade de percorrê-lo de São Vicente/SP até Machupicchu no Peru.

Um dos desafios que o trajeto que os Incas e Guaranis construíram, ligando os Oceanos Pacífico e Atlântico, era transpor a Cordilheira dos Andes e enfrentar altitudes de até 5.000 m.

Difícil para nós que não estávamos habituados com o ar rarefeito, e quase impossível para um motor carburado que necessitaria da pressão atmosférica para mater a combustão dentro dos cilindros.

Diante deste impasse, vários amigos me apresentaram soluções como ajustar os Giglês e amumentar a entrada de ar no motor na medida em que a moto fosse falhando, mas sinceramente, existem alternativas melhores de se enfrentar a diminuição de oxigênio e uma delas chama-se Injeção Eletrônica, e isso fez com que a nossa querida custom fosse suspensa desta nova aventura, possibilitando a vinda de um novo brinquedo.

Depois de mais de 130 mil km percorridos no lombo de motos custons, passamos a experimentar as maravilhas e sensações de uma Big Trail, com a aquisição da V-Strom, que veio somar os esforços do seus 650 cc na primeira viagem internacional que realizaríamos (AGO/SET 2011).

Depois desta aventura, rodamos até o Ushuaia e demos uma volta completa no Brasil, virando mais uma vez os 100.000 km rodados e por fim, trocando Sushi (Suzuki) por Macarrão (Ducati).



Honda Shadow 600cc - Shelda - 18 mil km de moto turismo pelo Brasil

Honda Shadow 600cc - A Shelda (2001, natural de Manaus/AM)

Enquanto a Véia passava por uma reforma geral, a Shelda surgiu no nosso caminho.
Com apenas cinco aninhos na época e 14 mil km rodados, seu motor Honda de 600 cc passou a nos levar a lugares fantásticos, através de estradas deliciosas.

A força de seu motor, o troque e dirigibilidade para poucos que a Shadow possue, desbravou e ampliou nossos horizontes.

Desde sua chegada, muita coisa mudou além das trocas de pneus e relação. Ela ganhou comandos avançados, banco mais confortável, escape JJ, curto e long, farol gota e por fim uma pintura preto fosca feita na calçada de casa (rs).

Sim! Ela foi pintada na calçada de casa! E por duas vezes!
Um dia comprei paralamas e placas laterais na cor preta, adesivei com flames, lixei e pintei de preto fosco. Depois foi retirar os adesivos para os flames preto brilhoso sutilmente saltar aos olhos.

Moto nova por R$400,00 em peças e R$45,00 em material de pintura.

Na volta da viagem para Salvador/BA, mandei a moto para revisão e retirei novamente toda a sua "lataria", lixei e pintei desta vez com spray anti-derrapante preto.

O aspecto rugoso ficou fantástico!

Só é preciso estomago para passar a lixa pela primeira vez... depois é só alegria (rs).

Em 2011, com mais de 107 mil km rodados, a Shelda seguiu outro caminho e nos deixou com boas lembranças dos horizontes que desbravamos juntos.



Yamaha Virago 250cc - Véia - A divisora de águas

Yamaha Virago 250cc - A Véia (1997, natural de Tokio/Japão)

A Viraguinho 250 cc era um sonho que depois de muito tempo eu havia realizado!

Após o fim do meu primeiro casamento eu queria apenas três coisa, fazer uma nova tatuagem, encontrar um novo amor e rodar o mundo de moto.
Manja aquela vontade de mudança? Era esse o clima.

Eu vinha fazendo umas economias para diminuir as prestações do meu apartamento e foi com essa grana que começei a procurar uma moto. Não fazia questão de cilindrada, mas tinha que ser custom.
Procura aqui, procura ali... até que encontrei uma Viraguinho 250 cc.

A negociação foi rápida e num piscar de olhos eu estava fazendo as curvas mais quadradas que qualquer ser, sem subir numa moto há mais de 12 anos, poderia fazer.

Batizei a Viraguinho de Véia, pois na época (2006) a moto já tinha 9 anos. Mas apesar dos seus 150.000 km rodados, ainda tinha força para aguentar minha sede de estrada... e com ela eu parti pra estrada!

Logo passei a percorrer cerca de 600 km para visitar minha filha que mudará de cidade, e com isso os primeiros apuros na estrada vieram.
Nada demais, mas que contribuiram para forjar o motociclista que sou hoje.

Depois de conhecer a Elda, a Véia já tinha rodado 25 mil km só comigo e recebeu uma doce aposentadoria. Transformei ela em uma senhora Chopper no seu aniversário de 10 anos dando-lhe pintura preta fosca, guidão águia, farol gota, piscas bullets, lanterna traseira nova e placa lateral!
Ficou demais!

A essa altura eu já tinha comprado a Shadow 600 e a Véia era usada apenas para trabalhar!

No inverno de 2008 me mudei para Baixada Santista por conta de um novo contrato de trabalho e precisei vender a Véia. Não foi nada fácil e ainda hoje sinto saudades dela e lhe sou grato pelos horizontes que ela me apresentou!

Eu estava certo nas minhas escolhas!

  • 141 cidades
  • 23 estados
  • 13 países
  • 17.781 imagens
  • 202 filmes
  • 7.947 Motociclistas
  • 946 publicações
viagens de longas distâncias