FLORIANÓPOLIS / SC - OURO PRETO / MG - 3200KM
Percorida por : Paulo Remor e Solange
Roteiro De Viagem Para Ouro Preto
1º Dia – 26/12/05
Saímos de Floripa por volta das 09:00 horas, juntamente com o Saulo, acompanhados do Escaleira e do Guto. No meio do caminho fomos pegos de surpresa com uma chuva e paramos no Sinuelo para tomar um cafezinho, abastecer e nos despedirmos rumo a Registro, onde seria nossa primeira parada.
Embora a viagem tenha sido tranqüila, fomos com chuva até Registro. No caminho, paramos no posto no sopé da Serra antes de chegar a Curitiba para abastecer e após alguns quilômetros desta cidade paramos, novamente, para abastecer e esticar um pouco as pernas.
Chegamos em Registro, na casa da Sandra e do Chico, no final da tarde e bem encharcados. Após tirar toda a tralha da moto e tomar um bom banho, fomos agraciados com uma caldeirada feita pelo Chico. Um verdadeiro estrago.
Depois do lauto jantar, ficamos conversando com a família, inclusive com os pais da Sandra que lá estavam e, por volta das 11:00 horas caímos, literalmente, na cama, dado o cansaço do primeiro dia de viagem.
2º Dia – 27/12/05
Acordamos cedo, tomamos café com Sandra e meninas, nos despedimos e saímos, sem chuva, em direção à serra de Juquiá. Mas, ao chegarmos na subida da serra, começou a garoar, o que nos fez parar para colocar as roupas de chuva. Muito embora o tempo estivesse nublado, o visual continua lindo.
A estrada da serra é muito boa, à exceção do trecho final que está em péssimo estado de conservação, o que nos obrigou a andar bem devagar.
Chegamos em Jundiaí por volta do meio-dia, motivo pelo qual resolvemos almoçar nesta cidade.
Após o almoço rumamos para Atibaia, chegando às 15:00 horas na casa da Pilar, que estava nos esperando.
Conversamos bastante, colocando todos os assuntos em dia.
A casa dela é muito agradável, enorme, muito bem dividida.
Dali, saímos a pé para conhecer o lago que fica perto da casa. Local muito bonito e aprazível. Tiramos fotos, inclusive de um museu onde fomos recepcionados pelo museólogo (cientista) do local e também taxidermista.
À noite fomos conhecer a cidade, onde paramos em um armazém (bar moderno) para tomar um lanche.
Por sorte, estava acontecendo uma festa na cidade chamada “Congada”, em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário – igreja esta feita pelos escravos da região. Na verdade a igreja foi feita em homenagem a São Bendito e Nossa Senhora do Rosário. E, de quebra, assistimos um vídeo sobre a história da “Congada”.
Retornamos para casa, conversamos mais um pouco e depois fomos dormir.
3º Dia – 28/12/05
Levantamos e após o café fomos arrumar as motos para a viagem.
Comecei a passar mal (alguma coisa que comi e atacou o fígado, só que ainda não sabia).
Nos despedimos da Pilar e tivemos que parar em uma farmácia para comprar remédio.
Por causa do mau estar, tivemos que parar várias vezes no caminho, o que acabou por atrasar um pouco a viagem.
A estrada que pegamos (Rodovia Fernão Dias) é muito boa e estava tranqüila.
Aproveitamos as paradas para abastecer e esticar o corpo, além, é claro, para tomar um pouco de ar, o que fazia com que me recuperasse um pouco. O Saulo me deu para tomar, em uma das paradas, um remédio (epocler), o que fez aliviar o mau estar que sofria.
Chegamos em Tiradentes por volta das 16:00 horas e fomos direto para a Pousada Recanto das Pedras, onde aproveitamos para descansar e refazer da viagem.
Às 19:00 horas, como estava me sentindo melhor, fomos ao centro da cidade para dar umas voltas. A cidade é bela, com casarios bem conservados e as ruas todas em pedras em desnível (como existe no centro histórico de Paraty).
Jantamos em um restaurante em frente a praça e de depois retornamos à pousada para dormir.
Ao nos dirigirmos para as motos, que havíamos deixado na entrada do centro histórico, a shadow não quis pegar e nem dava sinal elétrico.
Após alguns questionamentos, achei melhor empurrar para fazer pegar no tranco. E, quando o Saulo começou a empurrar, foi que percebi estar a mesma com a 1ª marcha engatada. Caímos todos na gargalhada.
4º Dia – 29/12/05
O dia amanheceu lindo. Tomamos um bom café da manhã e rumamos para a cidade, onde tiramos muitas fotos. O centro é todo com casario antigo e bem conservado.
Andamos à pé por várias ruas e fomos visitar uma igreja (dentre tantas que existem) que fica em cima de um morro. Na saída alugamos uma charrete, dirigida pelo Aguinaldo, que nos levou nos pontos históricos do local, e em cada parada nos dava informações sobre os prédios que mostrava.
A igreja matriz (a que fomos conhecer) era muito carregada de ouro, o que nos causou um mal estar em olhá-la. Já a de Nossa Senhora do Rosário, que foi feita e pertencia aos escravos, embora simples, era muito mais bonita.
Neste dia almoçamos por volta das 11:30 horas, pois tínhamos que pegar o trem que saía da estação rumo a São João Del Rei (a passagem compramos com antecedência, quando da vinda para a cidade – com a passagem estava incluído passeio de van pela cidade e visita a fábrica de estanho).
Ao chegarmos na estação, procuramos pegar os vagões 4 ou 5 (dica dada pela pessoa que nos vendeu as passagens) – a Solange pegou o vagão 4, com bancos estofados, e eu e Saulo fomos no vagão 5, com bancos de madeira – e no horário previsto o trem saiu.
O passeio é bem agradável, com belas paisagens de montanhas e pequenas fazendas que ficam no caminho. A viagem dura em torno de 00:30 minutos.
Ao chegarmos em São João Del Rei, um guia nos esperava fora da estação com a van. Dali nos dirigimos ao centro histórico da cidade e paramos para conhecer a casa onde nasceu Tancredo Neves.
O passeio em si é muito rápido, e isto se deve ao fato de que o trem retorna às 15:00 horas e, depois, só de ônibus.
A cidade como um todo é feia e dá a impressão de ser muito suja.
Após a rápida visita ao centro histórico, fomos para uma fábrica de estanho, onde compramos algumas peças (é necessário barganhar para ter um bom desconto).
Em virtude do atraso de alguns turistas, tivemos que sair correndo rumo à estação para não perder o trem, que estava apenas nos esperando para partir.
Na chegada em Tiradentes, presenciamos o trem fazer o retorno da rotunda, fato este que tivemos a oportunidade de filmar.
A rotunda, para quem não conhece, é o local onde o trem, após a descida dos passageiros, é levado para um local em círculo e o maquinista, o cobrador e um funcionário da ferrovia giram a locomotiva, manualmente, para que possa fazer o retorno.
Retornamos ao hotel para descansar um pouco e, às 18:00 horas, fomos ao centro para dar uma caminhada. Às 19:45 horas fomos jantar uma pizza, enquanto o Saulo foi fazer massagem
Depois de jantarmos, ficamos sentados na praça curtindo um som de um bar que fica perto da esquina, onde uma banda tocava blues.
Após algum tempo, o Saulo retornou, nos encontrou na praça e dali saimos para procurar um local para ele jantar.
Após subirmos uma ladeira, encontramos um bar/restaurante chamado PEQUI ROÍDO - local bem agradável e aconchegante. A comida parecia uma delícia, mas como ainda não estava bem, preferi tomar uma pequena dose de pequí para experimentar.
Neste bar tinha som ao vivo – artista Alvinho Alves -, do qual o Saulo comprou um cd e presenteou a Solange.
Após o jantar ficamos ali ouvindo um pouco mais de música. No local a iluminação era fraca o que começou a dar sono. Para espantá-lo e a fim de agitar um pouco, falei que o tipo de música que tocava não era bem o estilo que gostava, bem como não animava o ambiente. Ao ouvir minhas colocações o Saulo se inflamou, falando alto, que cada um curtia o que queria, etc. Para agitar ainda mais, retruquei, o que ocasionou uma discussão por ele acalorada. Após algum tempo, o mesmo teve que dar uma saída e então pude cair na gargalhada.
Saímos do local, já com os ânimos serenados, e retornamos à pousada para dormir.
5º Dia – 30/12/05
Acordamos, abrimos a janela e aproveitamos para admirar a serra do mar ao fundo.
Descemos, tomamos um bom café da manhã e depois fomos arrumar as motos para mais um dia de viagem.
Saímos por volta das 09:00 horas e nos dirigimos para Resende Costa, onde chegamos e fomos direto à agência do Banco do Brasil, pois o dinheiro estava acabando. Depois, por insistência da Solange, procuramos a agência do correio.
Andamos de moto um pouco pela cidade e optamos por fazer compras na associação dos tecelões (agora já sabem o por que da insistência do correio).
Levamos as compras ao correio e, para nossa surpresa, não tinha caixa de sedex. Tivemos que percorrer algumas lojas e acabamos por encontrar caixas de OMO em uma mercearia, caixas essas que embalamos o material para despachar.
Saímos da cidade e, na estrada, paramos para almoçar num restaurante que fica em “Entre Rios de Minas” – comida caseira e mineira – aproveitamos para tirar fotos.
Seguimos rumo a Ouro Preto, pegando a Estrada Real. Esta estrada é muito linda, com belas paisagens, apesar de pegarmos chuva torrencial entre Ouro Branco e Ouro Preto.
Chegamos em Ouro Preto por volta das 16:00 horas e nos dirigimos para a pousada da Dona Iva. Na verdade, ela aluga quartos de sua casa, transformados em suítes, local este muito aprazível. Colocamos as motos na garagem e aproveitei para tomar um banho de piscina.
Após um bom descanso, saímos para caminhar pelos arredores, onde acabamos jantando num restaurante bem simples, mas com comida muito saborosa.
Ao retornar para a pousada, passamos numa farmácia, onde o Paulo foi medicado.
Neste dia, dormimos muito bem.
6º Dia – 31/12/05
Acordamos e nos dirigimos para a varanda da pousada para tomar um bom café da manhã. A vista é fantástica.
O Saulo acordou mais cedo e colheu, antecipadamente, algumas informações sobre a cidade.
Saímos da pousada e fomos dar uma caminhada. Várias ladeiras para subir e descer. Casarios belíssimos.
Resolvemos alugar um carro para passar o fim de semana. Por sorte, o último disponível na locadora.
Após as 12:00 horas começou a cair uma chuva fina. Pegamos o carro e fomos procurar um restaurante indicado. Paramos no “Boca da Mina”, que fica no alto do morro, bem na entrada da “Mina do Chico Rey”, mina esta escavada com a finalidade de libertação dos escravos com a venda do ouro encontrado.
O restaurante fica no porão, provavelmente onde ficava a senzala da casa, toda em pedra. A comida servida em panelas de barro, bem caseira e uma delícia.
Após visitamos a mina, onde tivemos que andar agachados em vários trechos.
Dali fomos a uma feira de pedra sabão, onde compramos pedras semi-preciosas.
Após, retornamos à pousada para descanso e aguardar a festa de virada de ano.
Mais tarde, passamos no Banco do Brasil e compramos doce de leite e goiabada numa quitanda, e resolvemos ir à Lavras Novas por volta das 19:00 horas, onde nos disseram que o reveillon seria “quente”. E que “quente”!!
Estrada de chão (+ ou – 7 Km) de barro vermelho, extremamente perigosa, no meio do nada. No caminho, demos carona a dois rapazes de Belo Horizonte, que nos disseram que se gostássemos de bagunça, o quente era em Lavras. Por esse comentário, imaginamos o que iríamos encontrar.
Estacionamos no início do lugarejo e já foi dando para sentir o clima. Somente gurizada, muita bebida, som em carros e, a medida que íamos nos aproximando do foco central, engarrafamento, gente indo e vindo. Mais parecia festa de carnaval em Sodoma e Gomorra.
Claro, nem precisa dizer que não chegamos até o final da rua. Demos a volta e retornamos a Ouro Preto.
Chegando em Ouro Preto, fomos para o largo central da parte histórica, onde foi montado um palco para apresentação de duas bandas locais. Ali estava tocando a primeira banda “Filhos de Minas”. Deu para assistir o show, embora o repertório não fosse dos melhores.
Às 23:30 horas, entra a banda “Coxambra”. Muito ruim. Repertório horrível.
Deu meia-noite, assistimos ao fraco show de fogos e retornamos à pousada para dormir.
7º Dia – 01/01/06
Saímos após o café da manhã e fomos à cidade de Mariana, pois segundo informações colhidas, a Mina de Ouro para visitação abriria às 09:00 horas. Lá chegando, fomos informados que abriria apenas às 09:30 horas, em virtude do feriado.
Demos uma volta na cidade para passar o tempo e aproveitamos onde se localizava a igreja matriz, local que teria um concerto de órgão.
Retornamos à mina e o restaurante estava abrindo, onde fomos informados que a mina abriria apenas às 12:30 horas.
Resolvemos então ir no parque do caraça. Rodamos e rodamos e não conseguimos chegar lá, haja vista ser muito longe e não daria tempo para irmos ao concerto que seria realizado às 12:15 horas.
Voltamos para a cidade, chegando às 11:30, e procuramos um local para aperitivar. O restaurante ficava em frente à praça e, na hora marcada, saímos e nos dirigimos à igreja para assistir ao espetáculo, o qual foi maravilhoso. Adoramos o repertório apresentado pela organista local. Aliás, é a única pessoa que ainda restaura e toca em órgãos de tubos.
Depois almoçamos no restaurante da praça, onde nos servimos de comida mineira, deliciosa.
Dali fomos visitar a mina de ouro, descendo 120 metros de troler, o que muito nos agradou. Passamos por várias galerias e vimos um lago interno (galerias inundadas).
De volta a Ouro Preto, fomos à feira comprar uma lembrança para Dona Ermelinda. Lembram dela? Aquela que nos acolheu na outra viagem em Penedo/RJ.
Descansamos na pousada. Mais tarde fomos dar uma volta pela cidade para achar um restaurante diferente. Acabamos parando numa casa de massas (com o nome Espaguete) no centro histórico, no qual havia um artista que tocava música ao vivo. A comida uma delícia e o som muito legal.
Neste dia, o Paulo ainda não estava bem.
8º Dia – 02/01/06
Saímos às 08:00 horas em busca de cachaça mineira e do correio.
Achamos a cachaça numa quitanda de frutas, onde ficamos sabendo que o correio só abriria às 09:00 horas, horário esse que efetuamos a remessa das compras realizadas.
Retornamos à pousada, montamos as motos, nos despedimos da Sra. Iva e caímos na estrada, não sem antes tirarmos umas fotos do centro de Ouro Preto (Museu dos Inconfidentes).
Pegamos muitos trechos ruins. Somente na BR 040 é que melhorou.
Depois, muita chuva na estrada até Penedo, à exceção de alguns trechos.
Chegamos em Penedo às 18:00 horas e fomos direto à loja esotérica do Antônio, onde eu e Solange refizemos nossas energias. Eu e Saulo aproveitamos para fazer massagem shiatsu.
Ali permanecemos por 01:00 hora e após nos dirigimos à uma pousada, chamada “Chalés Laço e Nó”, que fica na rua perto da “Aldeia Finlandesa”. E a chuva continuava a castigar.
Alugamos um chalé para os três e aproveitamos para tomar banho e descansar um pouco.
Acordamos e, como a chuva havia dado um trégua, saímos para procurar local para comer. Encontramos na Aldeia uma casa de sopas, onde nos deliciamos e aquecemos, pois fazia um pouco de frio.
Retornamos à pousada às 22:00 horas, antes que a chuva apertasse.
9º Dia – 03/01/06
Após um delicioso café da manhã, fomos procurar a Sra. Ermelinda no restaurante. E, como não se encontrava, fomos à sua casa, onde pudemos lhe dar um abraço.
Pegamos estrada e seguimos rumo à Parati, passando por Angra dos Reis.
No caminho, após entrarmos na Rio-Santos, fomos surpreendidos com um comboio que transportava material radioativo para a Usina Nuclear de Angra I. Foi um transtorno, pois tivemos que fazer mais de 40 Km atrás do comboio, que se deslocava a 40 Km/h.
A estrada é muito boa, com paisagens belíssimas.
Paramos para almoçar numa praia antes de chegar em Parati, onde comemos peixe e camarão. Aproveitamos para tirar as botas e arregaçar as calças, pois o bar/restaurante ficava na beira do mar. Local muito bonito e agradável.
Em Parati chegamos às 16:00 horas e tivemos de procurar uma pousada, pois a Dada não estava na cidade.
Após várias tentativas e ajudados por um guia, ficamos numa pousada bem simples, dirigida por uma família, que inclusive morava no local.
O quarto, chamado de suíte, possuía uma cama de casal com colchão de palha, e um beliche, que usamos para colocar as coisas em cima. No chuveiro a água parecia que tinha preguiça de cair e não esquentava direito. Mas, para quem estava cansado e sem local para ficar, não foi assim tão ruim.
Enquanto a Solange ficava tomando banho, eu e Saulo saímos para trocar o óleo da moto.
Mais tarde, por volta das 18:30 horas, fomos andar por Paraty e tomamos um chope no “Café Paraty”, onde tivemos a sorte de ouvir Danilo Caymi contando com sua filha. Ali permanecemos por algum tempo.
O jantar foi feito no “Café Pingado”, local bem agradável e o lanche uma delícia. Neste local a decoração tem como tema o Café. Muito legal.
Ah!, sem esquecer que todo esse passeio na cidade foi com chuva.
Voltamos à pousada para dormir por volta das 21:00 horas sob intensa chuva.
Nos despedimos, e o Saulo aproveitou para sair novamente.
10º Dia – 04/01/06
Tomamos café da manhã na pousada e saímos rumo a Registro. No caminho a chuva não deu trégua. Atravessamos a Praia Comprida com chuva torrencial (mais de 70 Km). Sorte nossa que a estrada é duplicada, o que nos facilitou manter o ritmo de 100 Km/h.
A chuva deu uma trégua em Barra do Uma.
Aproveitamos para almoçar no restaurante “Parada Obrigatória” – comida muito boa. O restaurante se localiza na rua da sorveteria, uns 35 Km de Bertioga.
Chegamos em Registro por volta das 18:00 horas, agora sem chuva.
Nos dirigimos à casa de Sandra, que chegou logo em seguida.
Aliviados, tomamos um bom banho quente, jantamos batata suíça com cerveja e fomos dormir, cansadíssimos.
11º Dia – 05/01/06
Tomamos um ótimo café da manhã, arrumamos as motos, nos despedimos da Sandra e sua família, e rumamos direto à Floripa. No caminho, para nossa surpresa, pegamos engarrafamento, pois a estrada estava interditada para manutenção, ante a queda de barreira. Ali ficamos parados aproximadamente 30 minutos. Depois, com a estrada livre, conseguimos chegar em casa por volta das 17:00 horas.
