Entenda o Proj. Antes do Fim do Mundo... e um pouquinho além.
Você ceramente se lembra que o mundo ia acabar em 2012 por conta do Fim do Calendário Maia, certo? Então, qual era a melhor época para ir até o Fim do Mundo?
Com essa sacada, eu e a Elda partimos rumo ao Ushuaia em meados de Dezembro de 2012, carregados de ansiedade em cruzar a Patgônia e ver o Pôr do Sol no dia 22 de Dezembro - Dia do Fim do Mundo, en directo del Fin del Mundo.
Acontece que na altura de Floripa a Elda adoeceu, o que nos fez voltar para casa para deixa-la
No dia seguinte voltei para estrada afim de cumprir os contratos feitos com nossos parcerios.
Foi a primeria vez que viajei sozinho, e a loucura veio com a ausência da Elda, que durante oito meses planejou cada passo daquela aventura e agora, não estava mais comigo.
Os Ventos Patagônicos e o Rípio foram vencidos, vi pinguins, neve, viajei com a luz do Sol até as 23h, e não vi o Pôr do Sol no dia 22, por que estava chovendo, mas eu estava lá... no fim da RUTA 3 - eu desci por ela, e subi a RUTA 40, curtindo cerca de 850 km de rípio.
Apesar da companhia de muitos amigos, chorei sozinho por passar as festas de Fim de Ano longe da minha filha, por não estar com a Elda no dia do seu aniversário, e por vezes, atônito diante das tantas coisas que descobrimos sobre nós mesmo, quando estamos no mundo sem ninguém.
CATEDRAL METROPOLITANA DE FLORIANÓPOLIS
Postado em: 21/1/2013
A história da Catedral Metropolitana começa no ano de 1675 quando o Bandeirante Francisco Dias Velho, fundador de Nossa Senhora do Desterro, começa a construir uma capela em homenagem à padroeira. Como de costume na época, escolheu o local mais alto e visível da pequena vila.
Em meados do século XVIII, a capela tornou-se pequena para o número de fiéis que assistiam às missas e isso levou José da Silva Paes, primeiro governador da antiga Capitania, a projetar uma nova Igreja para o mesmo local que teve sua construção iniciada em 1748 e, somente após 25 anos, a obra foi concluída.
Desde então, a Matriz já sofreu diversas ampliações e modificações que fizeram o conjunto arquitetônico perder a forma original, resultando no alargamento das paredes no sentido lateral e a colocação de um alpendre ao estilo neoclássico, em substituição à antiga porta da entrada principal.
Seu interior abriga desde 30 de maio de 1902 a escultura "Fuga para o Egito", do artista tirolês Demetz Groeden, que apresenta a fuga da Sagrada Família em tamanho natural. A obra de arte é entalhada à mão em peça única.
Também fazem parte do acervo o órgão de tubos alemão, de 1924, o carrilhão principal com cinco sinos, de 1922, e os vitrais feitos em São Paulo em 1949.
Recentemente, a Catedral passou por uma importante reforma que envolveu grande investimento público no âmbito estadual e municipal. Os reparos envolveram intervenções na parte estrutural do prédio, na fachada e no sistema de iluminação e sonorização, visando realçar ainda mais a sua beleza arquitetônica.
Funcionamento:
De segunda a sexta: das 6h15 às 20h. Aos sábados: das 8h às 12h e das 14h às 20h. Aos domingos: das 7h às 12h e das 16h às 21h. Nos feriados: das 6h15 às 12h e das 16h às 20h.
A Catedral Metropolitana fica na Praça XV de Novembro – Centro.