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Entenda o Proj. Multi Aventura rumo ao WDW14



Diário de Motocicleta

Depois de um Test Rider com uma DUCATI Multistrada 1200, guiando um grupo de motociclistas até a Serra do Rio do Rastro (SC), o material gerado (artigo, fotos e filme e uma matéria na Revista Moto Adventure), possibilitou a oportunidade de apresentar algumas ideias para a DUCATI do Brasil.

Satisfeitos com as propostas, levaram o meu material para Itália, de onde o feedback veio em forma de convite ao World DUCATI Week 2014 - o maior evento da marca no mundo, só que eu deveria ir de moto.

Mesclamos alguns roteiros que me levasse até a Itália, e para pegar impulso, desci rumo a Buenos Aires/ARG.
Na volta passei por Montevidéu e Punta del este no Uruguai, e de volta ao Brasil, subi a costa até Recife, apresentando nas Concessionárias DUCATI a palestra Elaboração de Viagens de Longa Distância, e convidando os amigos a me acompanharem nesta trip pela Europa.

A moto ficou em Recife, e desembarcando em Lisboa/POR, peguei outra Multistrada 1200, acoplei meus baús GIVI e cruzei Portugal, Espanha e França até chegar em Misano na Itália, a tempo de participar do World DUCATI Week 2014, do qual sou detentor do record por ter rodado 14.500 km para estar ali.

Está aventura fui sem a Elda, então já tenho data para voltar.

ESTADIA QUASE FURADA EM LISBOA

Cidade: Lisboa/PT | Categoria: Onde Dormir
Postado em: 12/9/2014
Diário de Motocicleta

Por conta de escalas de voos, nesta viagem à Europa usei Lisboa como desembarque e embarque para o Brasil, então antes de voltar para casa, tive mais uma noite em Portugal e a escolha do hotel bateu na trave.

Escolhi um hotel central sem estacionamento já que não era problema, pois a moto havia ficado na Fábrica da DUCATI em Bolonha/IT.
O que me interessava era ficar mais próximo de pontos turísticos como o Calçadão Rossio que inspirou o piso de Copacabana no Rio de Janeiro, o Elevador da Santa Justa, a Rua Augusta que não tem nada a ver com a de São Paulo/SP, entre outros.

Pois bem, atrás do Teatro Nacional D. Maria II, tem uma série de ruazinhas com trânsito de veículos restrito, e ali fica o Hotel Modelo... quer dizer, eu pensei que fosse hotel, mas era hostel e eles não me informaram sobre isso na reserva.

O calçadão com várias lojas de souvenires e restaurantes, não permitiu que o taxi chegasse até a porta do hostel, o que já complicou carregar 3 baús de moto na mão, escada acima já que a recepção fica no primeiro andar.
Ah! E não espere que alguém venha te ajudar com a bagagem.

Em um prédio antigo com bastante umidade e sujeira aparente, o quarto com ventilador, TV de 14 polegadas e móveis velhos, até que tinha uma cama macia e pasme, janelas antirruído.
No fundo essas janelas não seriam tão úteis, já que todo o comércio da rua não fica aberto depois da meia noite.
Esse trecho do centro fica deserto até umas 9h da manhã.

Sem estacionamento, sem café da manhã, internet meia boca, a ducha quente salvava a estadia, embora o banheiro acompanhasse toda a decoração do local.

O bom mesmo é Lisboa ao redor, fácil de bater perna por onde carros e motos não tem vez.

Vale para uma noite, se você não for exigente.

O Hostel Modelo fica na Rua das Portas de Santo Antão, 12 – 1° Andar. Diária por 42 Euros (US$ 55,00).

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