Entenda o Proj. Vulcões Andinos



Diário de Motocicleta

Esta aventura, nos colocou para rodar a Cordilheira dos Andes em busca de alguns vulcões da América Latina.

Durante o planejamento, identificamos tantos vulcões, que seria inviável fazer um roteiro completo em apenas 50 dias (prazo geralmente usado nos projetos em parceria com o Salão Duas Rodas), então a solução foi dividir em duas etapas.

Partimos em Agosto de 2015 rumo a Colômbia, cruzando a Bolívia, Peru e Equador, voltando pelo Norte do Chile, atravessando o Chaco Argentino até voltar para casa.

Subimos alguns vulcões, passamos por vários perrengues e terminamos a aventura novamente no Anhembi, expondo a nossa moto no stand da GIVI do Brasil, e com apresentações de Palestras no Auditório Orquídea durante o 13º Salão Duas Rodas.

Sem sombra de dúvida, essa viagem foi a mais desafiadora e que nos proporcionou um maior contato com milhares de apaixonados por viagens de moto.

DE SANTA CRUZ DE LA SIERRA/BO ATÉ COCHABAMBA/BO

Cidade: Cochabamba/BO | Categoria: Como Chegar
Postado em: 11/11/2015

A saída de Santa Cruz de la Sierra em direção a Cochabamba até que é tranquila e não demora muito para entrar na Ruta 4 novamente e seguir viagem.

Vicinal, a estrada vai passando por várias cidadezinhas em meio a mata verde e por vezes você se pergunta onde diabos está a Cordilheira dos Andes... mas calma, ela virá, mas antes vai ter que andar um bocado.

A oferta de combustível não deve preocupar nem os menores tanques, já que a todo momento existe um posto de gasolina.

O trânsito é suave e na altura de Villa Tunari a pista começa a apresentar uma particularidade... pedras “tipo paralelepípedos” dão lugar ao asfalto em alguns trechos de não mais que 100 m cada um – há vários trechos assim.

Certamente desmoronamentos levaram a pista embora e no lugar do asfalto compactaram essas pedras que apesar de gerar desconforto e exigir a diminuição da velocidade, não geram grandes riscos, pois não são pedras soltas.

Quando passamos em AGO/2015 uma ponte na altura de Cristal Mayo havia sido levada por enxurradas e o Governo provisoriamente abriu um desvio no meio da mata.
Além de um trecho de aproximadamente 200 m de terra, o inconveniente é que a pista só é liberada um lado de cada vez, alternando a mão por cerca de 30 minutos.

É possível ver obras em andamento, então acredito que em breve essa informação será parte da história.

Passando essa parte, a floresta começa a ficar mais densa e montanhas começam a subir... pronto, a tão esperada Cordilheira dos Andes chegou, mas ainda muito verde e poucas rochas... mas calma, elas virão.

Parceiros neste projeto